Arqueologias, Evaporografias e Pluviografias

  • Felippe Mohr | Introdução à Gravura

  • Arqueologias, Evaporografias e Pluviografias

    Arqueologias, Evaporografias e Pluviografias

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  • Felippe Mohr

  • Felippe Mohr nasceu em 1984, em Joinville-SC e atualmente cursa Teoria, Crítica e História da Arte na Universidade de Brasília – UNB. Seu interesse maior é pela pintura e fotografia, mas descobriu nas aulas de gravura novas formas artísticas de experimentação.


    Arqueologias, Evaporografias e Pluviografias

    Para presente exposição, apresento três séries distintas de experimentações que realizei no campo da gravura expandida. Iniciamos com a série “Arqueologia”, onde expandi o conceito da gravura para o ato de imprimir a forma de um objeto sobre uma superfície, como uma pegada na areia. Utilizei objetos colecionados de viagens (uma máscara e 2 esculturas) pressionando-os sobre uma superfície grossa de fubá mimoso compactado. O resultado visual me remeteu a imagens arqueológicas entalhadas em pedra. Na série de evaporografias, experimentei as marcas que a evaporação de água salgada deixaria sobre uma superfície. Para tanto utilizei papel cartão colorido como superfície, imergindo-o numa solução de aquosa com alta concentração de sal. Após o processo de evaporação, crostas de sal se formaram, remetendo à superfície de planetas. Por fim, a série “Chove no Cerrado” foi criada a partir de uma técnica onde uno a fotografia e a monotipia. Fotografei algumas árvores do cerrado, imprimi as fotografias em impressora jato de tinta, depositei essa “matriz” com a foto impressa virada sobre uma folha de papel com alta gramatura e coloquei o conjunto na chuva. A água, ao molhar a matriz, fez com que a tinta da imagem impressa passasse para o papel suporte, resultando numa imagem aguada, remetendo à aquarela.